Por que o ano de 2026 é decisivo para a conscientização sobre os sintomas de DII, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado?
O Maio Roxo é a campanha anual dedicada a ampliar o conhecimento sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais no Brasil e no mundo. A cada ano, ela reúne pacientes, médicos e instituições em torno de um objetivo comum: reduzir o tempo entre os primeiros sintomas e o diagnóstico correto.
Em 2026, a campanha ganha um peso adicional: Os avanços nas terapias disponíveis tornaram o controle de DIIs como a Retocolite Ulcerativa e Doença de Crohn mais acessível do que em qualquer momento anterior, o que torna a conscientização ainda mais urgente.
Neste artigo, você vai entender a origem e a relevância do Maio Roxo, os sinais que mais atrasam o diagnóstico, os novos tratamentos e os diferenciais do NuDii no campo da Doença Inflamatória Intestinal (DII). Buscar orientação sobre essas condições com um profissional é sempre o melhor caminho.
O que é, afinal, o Maio Roxo?
O Maio Roxo não surgiu por acaso neste mês. Embora a campanha dure trinta e um dias do período, há uma data específica que norteia todas as ações de conscientização: o dia 19 de maio é conhecido como o Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal.
Como surgiu a campanha e o que ela representa globalmente?
A campanha Maio Roxo é a versão brasileira de uma iniciativa internacional protagonizada pela Crohn’s & Colitis Foundation e por organizações parceiras ao redor do mundo. A cor roxa foi adotada como símbolo de solidariedade com pacientes que convivem com uma enfermidade como a Crohn ou a Retocolite.
No Brasil, a campanha ganhou força ao longo da última década, apoiada por sociedades médicas, grupos de pacientes e núcleos de especialistas, como o NuDii, em São Paulo.
O objetivo central do Maio Roxo é reduzir a desinformação sobre a DII em todos os níveis, desde o paciente que demora anos para buscar ajuda até o sistema de saúde que muitas vezes subestima a gravidade dos sintomas.
Por que o Dia Mundial da Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa é uma data estratégica?
Essa data concentra eventos, campanhas de mídia e iniciativas de saúde pública em dezenas de países, funcionando como um ponto de convergência para a comunidade de pacientes e profissionais.
Do ponto de vista prático, o dia 19 representa uma oportunidade para que pacientes sem diagnóstico se identifiquem com os relatos que circulam nesse período. Se convive com sintomas persistentes da DII, esta pode ser uma boa oportunidade para discutir com um especialista em Coloproctologia.
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Quais são os sintomas de DII que mais passam despercebidos e atrasam o diagnóstico?
Um estudo publicado na revista Inflammatory Bowel Diseases demonstrou que o atraso no diagnóstico da Doença de Crohn ainda é frequente e pode estar associado a um maior risco de complicações e evolução mais grave da doença.
Por isso, reconhecer sintomas persistentes e buscar avaliação qualificada é fundamental para encurtar esse caminho.
Manifestações intestinais que imitam outras condições
Os sintomas de DII mais comuns, como diarreia frequente e dor abdominal são facilmente confundidos com quadros mais simples, como síndrome do intestino irritável ou intolerância alimentar.
Essa semelhança superficial faz com que muitos pacientes passem por tratamentos inadequados antes de receber o diagnóstico correto.
A diferença fundamental está na persistência e na progressão. Na DII, os sintomas tendem a retornar mesmo após períodos de melhora aparente — e a inflamação causa danos progressivos ao tecido intestinal quando não tratada. Essa inflamação necessita dos exames adequados para sua identificação.
Sintomas extraintestinais: quando o corpo fala fora do intestino
Uma característica que torna cada DII especialmente difícil de identificar é o fato de que ela pode se manifestar em órgãos distantes do intestino. Entre as manifestações extraintestinais mais frequentes, que muitas vezes chegam antes dos sintomas digestivos clássicos, estão:
- Dores articulares.
- Lesões na pele.
- Inflamação ocular.
- Fadiga intensa.
Nesses casos, o ideal é que o paciente seja encaminhado a uma equipe multidisciplinar. Afinal, as manifestações extraintestinais exigem uma integração maior na detecção de um diagnóstico mais preciso.
Por isso, o NuDii conta com uma equipe de profissionais de diversas áreas para a avaliação das doenças intestinais. Se você apresenta algum sintoma que vai além do intestinal, entenda que uma consulta com um especialista pode ajudar no seu caso.
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O que mudou nas terapias modernas para as DIIs?
O arsenal terapêutico disponível para cada DII avançou de forma significativa nos últimos anos. Antes, o tratamento se resumia a corticoides e a imunossupressores convencionais. Hoje, há classes de medicamentos altamente específicas, capazes de atuar nos mecanismos exatos da inflamação.
Terapias biológicas e pequenas moléculas: o novo padrão de cuidado
As terapias modernas para DII incluem dois grandes grupos:
- Agentes biológicos: bloqueiam moléculas específicas da resposta inflamatória, como o TNF-alfa e as interleucinas.
- Pequenas moléculas: atuam dentro da célula, inibindo vias de sinalização que sustentam a inflamação crônica.
Já a escolha entre essas opções depende de fatores individuais, como:
- Perfil clínico.
- Histórico de resposta a tratamentos anteriores.
- Comorbidades associadas.
Remissão profunda como meta: o que isso significa na prática?
Até alguns anos atrás, o objetivo do tratamento da DII era o controle dos sintomas clínicos. Hoje, o padrão evoluiu para o conceito de remissão profunda, que combina ausência de sintomas com cicatrização da mucosa intestinal comprovada por exames específicos.
Para alcançar a remissão profunda, é necessário um monitoramento rigoroso e uma estratégia terapêutica personalizada. É importante não deixar o Maio Roxo passar batido: discutir como o planejamento será executado, reduz o risco de equívocos no tratamento.
Como a qualidade de vida de quem vive com DII pode melhorar com acompanhamento médico?
A DII é uma condição crônica, mas isso não significa que ela precisa ditar os limites da vida de quem a tem. O Maio Roxo também tem um papel que vai além de um diagnóstico preciso: mostrar que é possível para o paciente obter qualidade de vida durante o tratamento.
Com uma rotina adequada de cuidado e um suporte estruturado, é possível construir uma rotina estável e manter projetos de longo prazo.
Trabalho, viagens e planejamento: o que é possível com a doença controlada
A imprevisibilidade dos sintomas em fases de crise pode interferir na vida profissional e nos planos pessoais.
Contudo, quando a doença está em remissão e o paciente tem acesso a suporte médico ágil, essa imprevisibilidade diminui de forma substancial. Viajar e assumir projetos exigentes são objetivos compatíveis com o diagnóstico de DII quando há um protocolo de tratamento sólido por trás.
Saúde mental e suporte comunitário no manejo da DII
A dimensão psicológica da DII é frequentemente subestimada. Ansiedade e depressão são comorbidades documentadas entre pacientes, e ignorá-las compromete também a resposta ao tratamento físico.
Grupos de suporte têm papel comprovado na redução do isolamento e na melhora da adesão ao tratamento. Compreender essa dimensão, junto a uma equipe médica preparada, é o que permite construir um plano de cuidado verdadeiramente integral.
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Como o NuDii transforma o acompanhamento da DII em uma experiência mais segura e conectada?
O NuDii é o Núcleo de Doenças Inflamatórias Intestinais, vinculado ao Instituto Medicina em Foco (MEF), em São Paulo. A instituição tem tudo a ver com o Maio Roxo.
O NuDii nasceu da necessidade de oferecer um acompanhamento multidisciplinar, especializado e humanizado aos pacientes com doenças inflamatórias intestinais, integrando diferentes profissionais da saúde em um cuidado completo e individualizado.
Meu NuDii: um aplicativo pensado para a rotina de quem vive com DII
O Meu NuDii é um aplicativo desenvolvido especificamente para pacientes com Crohn e Retocolite. Por meio dele, o paciente pode registrar sintomas diários, acompanhar a evolução do quadro clínico e ter acesso a sua carteirinha digital de paciente com DII, facilitando a identificação da condição e o acesso rápido a informações importantes relacionadas à sua saúde.
Além de auxiliar no acompanhamento da doença no dia a dia, o registro contínuo de sintomas, hábitos e episódios de crise permite um acompanhamento clínico mais preciso e individualizado. Com um histórico organizado e detalhado, as consultas se tornam mais produtivas e as decisões terapêuticas podem ser tomadas com maior segurança e assertividade. O aplicativo está disponível em meu.nudii.com.br.
A equipe de cuidado integral do NuDii e os cuidados no Maio Roxo
O cuidado com a Doença Inflamatória Intestinal exige uma equipe que compreenda todas as dimensões da doença, não apenas as intestinais.
No NuDii, diferentes especialistas atuam de forma integrada para que cada paciente tenha um acompanhamento completo ao longo do Maio Roxo e durante todo o ano.
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Coloproctologia
O Dr. Alexander Rolim (CRM-SP 83270 I RQE 55787 I RQE 115989 I RQE 115988), o Dr. Alexandre Ferrari (CRM-SP 179945 I RQE 92807), o Dr. Carlos Obregon (CRM-SP 177864 I RQE 107012 I RQE 107013) e o Dr. Rodrigo Barbosa (CRM-SP 167670 I RQE 78610) são especialistas no campo da Coloproctologia do NuDii.
Eles são os responsáveis pela realização de uma avaliação clínica completa, indicam o momento cirúrgico adequado e escolhem a técnica mais segura para preservar ao máximo a função intestinal.
Dermatologia
O Dr. Vinicius Rocha (CRM-SP 168567 I RQE 96847) trata as manifestações cutâneas associadas à inflamação crônica intestinal, uma das formas extraintestinais da DII que o Maio Roxo busca tornar mais conhecida.
Gastroenterologia e Endoscopia
O Dr. Daniel Alvarenga (CRM-SP 172589 I RQE 87827 I RQE 87828 I RQE 99372) atua na realização de endoscopia e colonoscopia,, com foco em exames detalhados e de qualidade, fundamentais para a avaliação e o acompanhamento de pacientes com Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa.
A Dra. Laís Naziozeno (CRM-SP 204969 I RQE 115836) e a Dra. Sabrina Figueiredo (CRM-SP 203753 I RQE 99224) monitoram a atividade inflamatória e a evolução de cada DII.
Esses especialistas experientes atuam para evitar que crises evoluam para a necessidade de intervenção cirúrgica.
Infectologia
O Dr. Celso Mendanha (CRM-SP 189080 I RQE 101779) acompanha a prevenção e o manejo de infecções oportunistas, especialmente relevantes em pacientes em uso de imunossupressores.
Nutrição
A Dra. Christiani Chaves (CRN3 19475) corrige deficiências nutricionais frequentes na DII e otimiza a cicatrização tecidual. O objetivo é reduzir riscos associados à inflamação crônica.
Nutrologia
O Dr. Plinio Fonseca (CRM-SP 173544 I RQE 138884 I RQE 1388841 I RQE 1388842) trata carências metabólicas e prepara o organismo para enfrentar tanto a inflamação quanto os períodos de recuperação pós-intervenção.
Psicologia
O Psicólogo Leonårdo Miggiorin (CRP-SP 119637) apoia a adaptação emocional e a construção de novas rotinas, elementos centrais para a qualidade de vida de quem convive com a DII.
Reumatologia
O Dr. Erivelton Lopes (CRM-SP 166408 I RQE 89517) acompanha as manifestações articulares associadas à inflamação crônica, uma das apresentações extraintestinais mais comuns entre os pacientes atendidos ao longo do ano.
Agende a sua consulta
Lembre-se de que agir rápido no momento certo e com a ajuda de uma equipe médica de alto nível, principalmente no Maio Roxo, é o que frequentemente evita uma hospitalização desnecessária.
O Maio Roxo mostra que conversar com especialistas é o melhor caminho para definir o roteiro mais adequado para tratar a DIII e recuperar a sua qualidade de vida.
As informações fornecidas neste texto são apenas para fins informativos e educacionais e não substituem a consulta médica. Sempre procure orientação médica para diagnóstico e tratamento adequados.
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Conteúdo atualizado em 26 de maio de 2026.
FAQ – Dúvidas frequentes sobre Maio Roxo: mês de conscientização sobre as DIIs
1. Qual é o impacto real da mobilização do Maio Roxo na rotina de quem convive com as doenças inflamatórias intestinais?
A campanha encurta o caminho até o diagnóstico, reduz estigmas e conecta pacientes a tratamentos modernos, melhorando a qualidade de vida de forma concreta.
2. De que maneira o dia 19 de maio pode se tornar um marco para a atualização do seu protocolo de tratamento?
O Maio Roxo marca uma boa oportunidade para revisar o tratamento com uma equipe médica integral e avaliar se há opções mais adequadas ao seu momento clínico.
3. Como o suporte do NuDii ajuda a validar e tratar os sintomas invisíveis que exames comuns podem não detectar?
O monitoramento contínuo via aplicativo e o acompanhamento com um especialista permitem identificar sintomas sutis antes que evoluam para crises mais graves.
4. Por que o NuDii defende que a remissão profunda deve ser o novo objetivo para todo paciente de DII?
Porque controlar apenas os sintomas não impede a progressão da doença. A remissão profunda reduz complicações e melhora a qualidade de vida a longo prazo.
5. Terapias Biológicas e Pequenas Moléculas: o que há de mais atual no arsenal do NuDii para 2026?
O NuDii utiliza essas terapias modernas e outros métodos, definidas de acordo com o perfil clínico de cada paciente com Doença de Crohn ou Colite.
6. Como o Aplicativo NuDii transforma os seus dados diários em uma consulta médica muito mais eficiente?
O app Meu NuDii registra sintomas e episódios de crise em tempo real, de modo a gerar um histórico detalhado que torna cada consulta mais completa e personalizada.
7. Como a Campanha Maio Roxo ajuda pacientes com Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa a reconhecer sintomas de DII?
A Campanha amplia o acesso à informação sobre Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa, ajudando o paciente a reconhecer sintomas de DII e buscar avaliação médica.
8. Gestão de Crises: como o suporte do NuDii ajuda você a agir rápido e evitar hospitalizações desnecessárias?
Com protocolos claros e acesso a especialistas, o paciente sabe quando acionar o suporte médico. Isso reduz o risco de complicações por demora no atendimento.
9. Qualidade de Vida: é possível planejar viagens e carreira de longo prazo convivendo com uma DII?
Sim. Com a Retocolite ou Crohn em remissão e um suporte estruturado, trabalho, viagens e outros projetos são objetivos compatíveis para todos os pacientes com a DII.
10. Como o NuDii utiliza a medicina de precisão para escolher o medicamento certo logo na primeira tentativa?
O NuDii combina histórico clínico, marcadores genéticos e monitoramento contínuo para selecionar terapias com maior probabilidade de resposta para cada caso.






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